banner_topo

Pesquise aqui

Seja bem vindo, ao meu Blog.

Nossa missão! abençoar vidas, levando a poderosa e libertadora palavra de Deus aos quatro cantos do mundo.
"Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura"
Marcos: 16:15

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MORMONISMO PARTE 2

A FALSIDADE DESMASCARADA

Histórico

O Mormonismo está ligado a pessoa de Joseph Smith, que nasceu em 23 de dezembro de 1805, no condado de Windsor, Estado de Vermont, nos Estados Unidos da América do Norte, fundador, profeta e primeiro presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Quando ele tinha a idade de 10 anos, sua família mudou-se para Palmyra, Nova York. Quatro anos depois, ele experimentou sua primeira visão de Deus e de Jesus Cristo que o instruiu a não se associar a nenhuma igreja existente, denunciando a falsidade de todas elas.

Por volta do ano de 1827, noutra visão, recebeu uma mensagem divina que havia sido escrita em placas de ouro, em hieróglifos. Segundo o próprio Smith, apareceu-lhe o "anjo" Moroni, que segundo fez crer, havia vivido naquele região há uns 1.400 anos. Seguindo o relato, o pai de Moroni, um profeta, havia gravado a história do seu povo nestas placas. Quando estavam a ponto de serem exterminados por seus inimigos, Moroni teria enterrado essas placas ao pé dum monte próximo do local onde hoje é Palmyra.

Nesta visão, Moroni teria indicado a Smith o lugar onde as placas teriam sido escondidas e lhe deu umas pedras especiais, um certo tipo de lentes, chamadas de "Urim" e "Tumim", com as quais Joseph Smith poderia decifrar e traduzir os dizeres dessas placas.

Smith traduziu e publicou (1830) o texto, recebendo o título de "O Livro de Mórmom". Neste livro, ele conta a história religiosa de um povo antigo que viveu no continente Norte-americano e que ele descreve como descendentes dos antigos Hebreus.

Em 1830, Smith organizou a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e imediatamente começou a enviar missionários para outras localidades. Em virtude da conversão de um número muito grande de pessoas em Ohio, ele se mudou para Kirtland, Ohio, e construiu um templo.

Ele então fundou outra comunidade no município de Jackson, Mo. O conflito com a população não-Mormom, em Missouri, causou a saída dos Mórmons para o município de Jackson, ao norte do Missouri. Em 1837 esta perseguição forçou Smith a fugir de Kirtland para o Missouri. Dentro de alguns meses de sua chegada, entretanto, seu povo foi expulso e ele foi posto na cadeia. Depois de vários meses, seus carcereiros permitiram que ele escapasse, tendo ele fugido para o Illinois, onde os Mórmons estavam reunidos. Em 1839 Smith ajudou a fundar a cidade de Nauvoo no Mississippi.

O profeta dos Mórmons era um homem talentoso e imaginativo, com capacidade de expor sua teologia e atrair seguidores. Ele pregou a reunião dos religiosos numa única área e o progresso eterno da raça humana. Em Nauvoo, Smith alcançou ao ponto mais alto de sua carreira. O povo de Illinois recebeu os Mórmons perseguidos, e Smith iniciou a construção de um templo e de um hotel. O estado de Illinois deu para a nova cidade um alvará que permitiu uma milícia, chamada a Legião de Nauvoo, com Smith como o comandante geral. Mas tarde ele também foi o prefeito de Nauvoo, e em 1844 anunciou sua candidatura para a presidência dos E.U.A.

Em 1843, Smith secretamente instituiu a prática do casamento poligâmico entre um selecionado grupo. Por causa dos rumores de poligamia (ele foi apontado como tendo cerca de 50 esposas) e por causa do ciúme sobre a prosperidade dos Mormons em Nauvoo, a perseguição aumentou. A desconfiança em relação ao profeta foi-se ampliando, principalmente quando John C. Bennet, um de seus antigos assessores, revelou a prática da poligamia em Nauvoo. Quando o profeta, ou "general", como Smith gostava de ser chamado nesta fase, não suportou mais essa crescente onda de críticas, ordenou a destruição do jornal "The Nauvoo Expositor", porta-voz dos que o antagonizavam. Foi quando as autoridades de Illinois resolveram intervir. O profeta e seu irmão Hyrum foram presos e levados para uma cadeia em Carthage, para aguardar julgamento pelo empastelamento do jornal. Contudo, no dia 27 de junho de 1844, uma turba enfurecida de cerca de duzentas pessoas invadiu a cadeia e brutalmente linchou Smith e seu irmão. Dessa forma, sem querer, o profeta recebeu a coroa de mártir da seita, e conquistou para si, entre os mórmons, a perpétua aura de "verdadeiro profeta".

O conceito de Deus no Mormonismo

A doutrina mórmon é politeísta e ensina que o universo é habitado por diversos deuses que geram filhos espirituais, os quais, por sua vez, se revestem de corpos em diversos planetas. Segundo os seus ensinos, o deus deste planeta é "Eloim".

Joseph Smith, inicialmente, conforme podemos ver nos seus "inspirados" pronunciamentos, era unitarista; depois passou para o triteísmo e afinal chegou ao politeísmo pleno, contradizendo totalmente o que está revelado no Velho e no Novo Testamento.

Em contraste com as Escrituras Sagradas, os "profetas" mórmons tem uma crença toda especial com relação a natureza de Deus. Vejamos algumas destas crenças:

O "profeta" Joseph Smith disse: "Se o véu se rompesse hoje, e o grande Deus que mantém este mundo em sua órbita, e que sustenta todos os mundos e todas as coisas por seu poder, se fizesse visível - digo se vós pudésseis vislumbrá-lo hoje, vê-lo-íeis em forma de homem..." (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, p. 336).

Deus é um homem glorificado e perfeito, um personagem de carne e ossos. Dentro de seu corpo tangível, existe um espírito eterno. (Conforme Doutrina e Convênios 130:22).

Tudo que Deus faz é para ajudar seus filhos a se tornarem como ele - um deus. (Princípios do Evangelho, p. 6).

"Eles (os deuses) existem, portanto seria melhor nós nos esforçarmos para sermos um com eles." (Discursos de Brigham Young, p. 227).

"Como o homem é, Deus foi; como Deus é, o homem poderá vir a ser." (Profeta Lorenzo Snow, citado por James E. Tamage, em Regras de Fé, p. 389)

"Então o Senhor disse: Desçamos. E Eles desceram no princípio, e Eles, isto é, os Deuses, organizaram e formaram os céus e a terra." (Abraão 4.1)

"Lembremos que Deus, nosso Pai celeste, talvez tenha sido criança um dia, e mortal como nós. Mas foi subindo passo a passo na escala da progressão, na escola do desenvolvimento; ele seguiu adiante e venceu, até atingir o ponto em que se encontra agora." (Apóstolo Orson Hyde, Journal of Discourses, vol. 1, p. 123 - Jornal de Discursos) .

Com todas estas colocações, vemos que a semelhança não é mera coincidência com as religiões pagãs. As suas doutrinas são pura heresia.

O fato de haver grande semelhança entre determinados pontos do credo mórmon e a crença bíblica, não significa que os mórmons comungam dos mesmos princípios espirituais que o cristianismo autêntico aceita como doutrina bíblica.

Os escritores do Novo Testamento e o próprio Jesus ensinaram que existe somente um Deus. E todos os teólogos da igreja, desde os seus primórdios, sempre afirmaram que o Cristianismo é uma religião monoteísta no sentido mais estrito do termo. A Bíblia é inflexível em sua afirmação de que Deus não reconhece a existência de nenhuma outra divindade.

Vejamos o que nos ensina a Bíblia quanto singularidade de Deus, em Isaias 43:10 e 11; 44: 6 e 8; 45:5, 21 e 22):

"Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, o meu servo a quem escolhi; para que o saibais e me creiais e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador... Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e além de mim não há Deus... Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça... Eu sou o Senhor, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheces... Pois não há outro Deus senão eu, Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim, e sede salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro".

Quanto a natureza de Deus, Jesus afirmou:

"Deus é espírito; e importa que seus adoradores o adorem em espírito e verdade" - João 4.24.

Cristo no Mormonismo

Acerca de Jesus são ensinadas as seguintes abominações:

"Jesus Cristo foi polígamo: Maria e Marta, as irmãs de Lázaro, eram suas esposas pluralistas, e maria madalena era outra. Também a festa nupcial de Caná da Galiléia, onde Jesus transformou água em vinho, realizou-se por ocasião de um dos seus casamentos" (Brigham Young, Wife no. 19, 384).

"Quando a virgem Maria concebeu o menino Jesus, o Pai o havia gerado à sua semelhança. Ele não foi gerado pelo Espírito Santo... Jesus, nosso irmão mais velho, foi gerado na carne pelo mesmo indivíduo que se achava no jardim do Éden e que é o nosso Pai celestial". (Revista de Discursos, vol. I, pp. 50 e 51).

"Quando chegou a ocasião em que o Primogênito, o Salvador, deveria vir a este mundo e assumir um tabernáculo, o próprio Pai veio pessoalmente e favoreceu aquele Espírito com um, ao invés de permitir que qualquer outro homem o fizesse". (Discursos de Brigham Young, p.50).

O evangelho refuta estes ensinos de uma maneira clara que não deixa qualquer dúvida:

"E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas." (JO 2:2)

Esta passagem bíblica diz-nos que Jesus estava naquele casamento, onde transformou água em vinho, como convidado e não como noivo.

Quanto ao nascimento virginal de Cristo, vejamos: "Portanto o Senhor mesmo vos dará sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e lhe chamará Emanuel". (Isaias 7:14)

Quanto a Jesus não ter sido gerado pelo Espírito Santo, se opõe frontalmente ao firme testemunho das Escrituras Sagradas: "Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mas José seu esposo, sendo justo e não querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente. Enquanto ponderava nestas nestas cousas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo". (Mateus 1:18 a 20)

Plano de Salvação do Mormonismo

Para o Mormonismo o sacrifício expiatório de Cristo tem um significado diferente daquele que nos é ensinado pelo Evangelho.

Segundo Brigham Young, o sacrifício realizado por Jesus Cristo na cruz, onde derramou Seu próprio sangue, não foi suficiente para a purificação de certos pecados. Vejamos o que ele escreveu no JORNAL OF DISCOURSES, vol. III, pág. 247, e vol. IV, págs. 219 e 220: "Qualquer homem ou mulher que violar as alianças feitas com seu Deus terá de pagar o débito. O sangue de Cristo nunca apagará esse erro. O indivíduo tem de expiá-lo com seu próprio sangue. Mais cedo ou mais tarde lhe sobrevirão os castigos do Todo-Poderoso e cada um terá de fazer expiação pelas suas alianças... Todos os homens amam a si mesmos, e, se todos conhecessem esses princípios, de bom grado derramariam seu próprio sangue... Eu poderia citar inúmeros casos de homens que foram mortos legitimamente, para expiação de seus pecados... Isto é amar ao próximo como a si mesmo; se ele precisar de auxílio, ajude-o; e se ele quiser ser salvo e for necessário derramar seu sangue na terra para que ele possa ser salvo, derrame-o."

Quão diferentes são as palavras do apóstolo João: "... o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado." (1 Jo 1:7). Ele nos fala: "de todo o pecado" e não: "de alguns pecados".

Paulo falando a respeito do "derramamento de sangue", no sacrifício de Cristo, escreve aos Colossenses: "Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;" (CL 1:14). Remissão dos pecados é justamente o perdão, misericórdia, clemência, indulgência. Perdão total dos pecados, através do sacrifício vicário de Jesus Cristo. Também a este respeito está escrito na Carta aos Hebreus: "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão." (HB 9:22).

Mais adiante encontramos escrito que este Sacrifício foi completo, pois sendo "único", foi para sempre: "Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus," (HB 10:12)

Para uma melhor elucidação, vejamos o que escreveu Paulo aos Romanos:

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;"

"Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus."

"Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;" (Rm 3:23 a 25)

O ensino bíblico é bastante claro: somos salvos apenas pela graça, mediante o sacrifício de Cristo.

A Bíblia no Mormonismo

"A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias aceita quatro livros como escrituras: a Bíblia, o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios e Pérola de Grande Valor. Esses livros são chamados de obras padrão da Igreja. As palavras de nossos profetas vivos também são aceitas como Escrituras." (Princípios do Evangelho, Cap. 10, pág. 49).

"Joseph Smith traduziu o Livro de Mórmon para o inglês pelo dom e poder de Deus. Ele disse que o livro é o mais correto que existe sobre a face da terra e a pedra fundamental de nossa religião, e um homem pode se aproximar mais de Deus observando os seus preceitos do que pelos de qualquer outro livro." (History of the Church of Jesus Crist of Latter-day Saints, 4:461).

Portanto, pelo escrito, vemos que os mórmons colocam a Bíblia em pé de igualdade como os outros livros escritos pelos seus "profetas". Sendo que consideram o livro de Mórmon mais sagrado que a própria Bíblia, pois dizem ser "o livro mais correto que existe sobre a face da terra" e que um "homem pode se aproximar mais de Deus observando os seus preceitos do que pelos de qualquer outro livro" (até mesmo a Bíblia!).

Com referência á Bíblia, encontramos em "Quem São os Mórmons?" (pág. 11): "A Bíblia é a Palavra de Deus, escrita pelos homens. É básica no ensino mórmon. Mas os santos dos últimos dias reconhecem que se introduziam erros nesta obra sagrada, devido à forma como este livro chegou a nós. Além do mais consideram-na incompleta como um guia..."

Sobre a Bíblia, deixemos que ela mesma fale por si mesma:

•O livro dos séculos (Sl 119:89; 1 Pe 1:25) •Divinamente inspirada (Jr 36:2; 2 Tm 3:16; 2 Pe 1:21) •Poderosa em sua influência (Jr 5:14; Rm 1:16; Ef 6:17; Hb 4:12) •Absolutamente digna de confiança (1 Rs 8:56; Mt 5:18; Lc 21:33) •Pura (Sl 19:8) •Santa, justa e boa (Rm 7:12) •Perfeita (Sl 19:7; Rm 12:2) •Verdadeira (Sl 119:142)

Com apoio das mais recentes descobertas arqueológicas, podemos comprovar que a Bíblia é um livro inalterado, tanto em seu conteúdo literário, como em seu caráter doutrinário. Podemos verificar através das diversas bibliotecas e museus espalhados pelo mundo, onde são guardados milhares de manuscritos das Escrituras Sagradas que ela não sofreu qualquer alteração ou adulteração, sendo transcrita fielmente por diversos copistas. Existem mais de cinco mil manuscritos bíblicos e trechos deles por toda a Europa e Ásia, não sendo necessário, portanto, depender da tradução de apenas um deles.

Além disso, a veracidade das Escrituras comprova-se por suas evidências internas e externas, e pela arqueologia.

É interessante salientar que Joseph Smith editou a "Versão Inspirada da Bíblia", onde teve a oportunidade de acrescentar o que argumentava ter sido "removido" através dos séculos, nas não o fez; pelo contrário, diminuiu-a ainda mais.

Conclusão

Depois de analisarmos estes fatos, as evidências que temos, reveladas pelas Escrituras (a autêntica), coisa que os escritores da seita não conseguem explicar satisfatoriamente, à luz da Bíblia.

O Mormonismo, então, com seus apóstolos, sacerdócio, templos, sinais secretos, símbolos, apertos de mão e mistérios, mascara-se como a "igreja restaurada". Mas em seu âmago, em seus ensinos acerca do Messias, de Deus, da Salvação, das Escrituras, enfim de seu "evangelho diferente", ele se mostra contrário a todos os principais ensinamentos da Bíblia.

O Mormonismo se esforça grandemente para se apresentar como a única igreja cristã, tendo uma mensagem exclusiva, profetas infalíveis e revelações superiores para uma nova dispensação que, segundo eles, teria iniciado com Joseph Smith Jr.

Mas a palavra final, tanto da História como da doutrina bíblica, é que a religião de Joseph Smith não passa de um pesadelo politeísta de doutrinas distorcidas, vestidas com a terminologia cristã. E basta este fato, se os outros não forem suficientes, para que a consideremos um seita não cristã.

Aqueles que estão considerando a possibilidade de entrarem para o Mormonismo, lucrariam grandemente se fizessem um estudo atento dos fatos e evidências aqui abordados, para que não sejam enganados, perdendo-se neste labirinto espiritual que é o Mormonismo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

CUIDADO COM OS FALSOS PROFETAS

Próximo ao ano 850 antes de Cristo, viveu na Síria um homem chamado Naamã. Ele era o comandante geral do exército do seu país, muito respeitado pelo rei e por seus soldados. Porém Naamã tinha uma doença muito grave: a lepra.

Um dia ele ficou sabendo que em Israel morava um homem de Deus, o profeta Elizeu, que poderia curá-lo. Ele pediu permissão ao seu rei, que, além de autorizá-lo a ir procurar o profeta, deu-lhe uma carta de apresentação para ser entregue ao rei de Israel, muitos quilos de prata e ouro, 10 mudas de roupas finas e soldados para garantir sua segurança na viagem.

Apesar de estar precisando de ajuda, Naamã era muito orgulhoso, por isso o profeta Elizeu nem o recebeu em sua casa e, para quebrar seu orgulho, ordenou que ele se lavasse sete vezes no Rio Jordão, que naquela ocasião estava barrento. Naamã resistiu, mas, por fim obedeceu. Assim que terminou de tomar os banhos que lhe foram ordenados, ele foi curado. Naamã ficou tão feliz que quis dar a Elizeu o ouro, a prata e as roupas finas que havia trazido, mas Elizeu recusou o presente. Naamã insistiu, mas Elizeu recusou novamente. Naamã agradeceu, pediu para levar um pouco de terra (para adorar a Deus sobre ela, em respeito e sinal de reconhecimento), louvou a Deus por ter sido curado e despediu-se do profeta.

Morava com Elizeu um aprendiz de profeta, o jovem Geazi. Ganancioso. Quando Naamã se tinha afastado certo distância, Geazi correu atrás dele, determinado a pegar o seu dinheiro. Ao ver o rapaz correndo atrás de sua caravana, Naamã parou e lhe perguntou se havia algum problema. Geazi respondeu: “Elizeu mandou-me aqui para lhe dizer o seguinte: Assim que você saiu, dois jovens profetas chegaram de viagem à minha casa. Dá-me tanto de prata e duas mudas de roupas finas para que eu possa ajudar estes dois rapazes.”

Naamã deu a Geazi o dobro da quantia de prata que ele lhe pediu e duas mudas de roupas finas e, ainda, ordenou que alguns de seus soldados o ajudassem a carregar. Quando eles chegaram perto da casa, Geazi dispensou os soldados e, sozinho, escondeu a mercadoria. Logo depois, Elizeu perguntou a Geazi aonde ele tinha ido. Geazi disse que não havia ido a lugar algum. Então, Elizeu lhe disse: “Eu sei o que você fez. Não era ocasião para pedir ou aceitar presentes. Já que você quis ficar com a prata de Naamã, fique também com sua lepra. E na tua família sempre haverá pessoas leprosas; para sempre. ”

E Geazi ficou leproso da cabeça aos pés. Confira esta história na Bíblia: II Reis, Capítulo 5.

Quais lições podemos tirar desta história impressionante?

1. Primeira: Existem muitas diferenças entre o verdadeiro e o falso profeta:

1.1 - Elizeu, o profeta verdadeiro:

a) Não pediu, nem aceitou qualquer tipo de pagamento, oferta ou presente, pelo fato de ter curado Naamã. Nem antes, nem depois.

b) Não misturava “Cura Divina” com dinheiro ou presentes.

c) Não se aproveitou da situação de Naamã. Jesus falou: “De graça recebeste, de graça dai.”

d) Não era ganancioso, nem materialista. Elizeu amava a Deus; não o dinheiro.

1.2 - Geazi, o profeta falso:

a) Era ganancioso, determinado, materialista. Usou o nome de Deus e o nome do profeta Elizeu para conseguir o que queria. Amava o dinheiro, o poder. Desejou e pediu o dinheiro e os presentes de Naamã.

b) Aproveitou-se da ocasião para enriquecer.

c) Mentiu. O falso profeta pede ou aceita dinheiro e presentes, mas mente em relação às suas verdadeiras intenções: ele sempre diz que o dinheiro ou os presentes não são para ele. Geazi inventou uma história para tirar o dinheiro de Naamã (disse que Elizeu precisava ajudar dois jovens profetas que estavam viajando). O falso profeta sempre inventa uma “causa nobre” que precisa ser ajudada.

2. Segunda lição: Nada ficará encoberto

Jesus avisou que tudo o que os homens fizessem às escondidas seria anunciado sobre os telhados. Deus mostrou para Elizeu a sujeira de Geazi. De igual modo, Deus tem mostrado as sujeiras dos falsos profetas. A todo o momento aparecem novas denúncias nos “telhados do mundo”: nas rádios, televisão, internet, jornais e revistas, e nas conversas entre amigos e vizinhos.

Eles estão causando vergonha ao nome de Jesus, mas, eles mesmos serão envergonhados diante de Deus, seus anjos e de todos os seres humanos, no dia do Juízo Final. Em Mateus 7.22-23, Jesus diz: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.”

3. Terceira: Os falsos profetas já estão ou acabarão ficando doentes

Geazi ficou com o dinheiro de Naamã, mas ficou também com sua doença. Todos os falsos profetas já estão ou ficarão doentes. Eles perderam a essência do Cristianismo. Tornaram-se “mercenários da fé”. Alguns estão milionários, mas todos eles estão apodrecendo por dentro, . São materialistas, hipócritas e mentirosos e, é claro, sabem disso.

4. Quarta: Falsos profetas geram novos falsos profetas

Elizeu profetizou contra Geazi: ”na tua família sempre haverá pessoas leprosas; para sempre.” Acerca destas pessoas, a Bíblia afirma: “estão enganados e enganando a outros”. Profetas falsos, mentirosos, hipócritas, mercenários, produzirão outros iguais a ele mesmo.

5. Quinta: Os resultados do milagre na vida de uma pessoa

Quando um verdadeiro homem de Deus faz uma oração e uma pessoa é curada, esta pessoa passa a ser um seguidor de Jesus. Veja o exemplo de Naamã: após o milagre, ele passou a adorar a Deus.

Mas, quando um falso profeta ajuda uma pessoa, esta pessoa passa a ser seguidor do falso profeta, vira uma espécie de escravo, um fanático. Torna-se incapaz de ouvir qualquer crítica aos seus líderes. Quando a imprensa ou alguma pessoa faz uma denúncia, ele retruca e alega que seus líderes “estão sendo perseguidos por causa da sua fé”. Estão tão cegos com as mentiras dos falsos profetas que sequer percebem o quanto seus líderes estão corrompidos. É verdade: muitos deles estão sendo “perseguidos” pela mídia, pela polícia, pelo Fisco, pelos tribunais, mas não por causa da sua fé, mas por serem refinados vigaristas.

Deus é Pai, e concede Sua graça a todos os que crêem de todo o coração em Seu Filho Amado, o nosso Senhor Jesus Cristo

Cofie no senhor e analize as Escrituras.

domingo, 28 de março de 2010

JESUS CRISTO NOSSA PASCOA.

A palavra portuguesa “páscoa” é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, recebe o nome de pesach (passar por sobre). Esse nome surgiu em face da narrativa bíblica em que o anjo da morte, ou o anjo destruidor, “passou por sobre” as casas assinaladas com o sangue do cordeiro pascal, atacacando ferozmente as casas dos egipcios e matando a todos os primogênitos de entre eles (Ex 12.21ss). Essa mortandade convenceu faraó de permitir que Israel deixasse o Egito, após 400 anos de servidão naquele país. Por tudo isso, é correto afirmar que a palavra páscoa – desde tempos mais remotos – tem o sentido de libertação e expiação. O sangue do cordeiro teria um papel expiatório, e o êxodo seria a concretização dessa libertação.
A festa da páscoa é o mais importante dos memoriais do Antigo Testamento, sendo o início de uma série de acontecimentos sem precedentes, que culminaram na entrada do povo na Terra Prometida. No entanto, passados mais de 1500 anos daquela primeira celebração, um outro evento importante teve seu lugar na história. Deus visitou os homens, vestido de carne e tal como o cordeiro na noite de páscoa, verteu seu sangue para que nós pudessemos ser livres do Destruidor. A morte de Cristo, o verdadeiro Cordeiro de Deus, veio a significar uma expiação perfeita e uma libertação muito mais ampla, razão pela qual o apóstolo Paulo refere-se a Cristo como a nossa páscoa (1Co 5.7).
No mundo ocidental, vimos o conceito da páscoa evoluir rapidamente, de modo que ela passou de uma celebração religiosa para uma data meramente comercial. Aproveita-se a época para vender ovos de chocolate, e promociona-se a figura do coelho, e não do cordeiro. Não tenho absolutamente nada contra quem quer que coma chocolate, quer seja na páscoa, quer seja em qualquer outro dia do ano. Pesquisas recentes confirmam que o chocolate do tipo meio-amargo, por exemplo, protege o coração, e consumo rotineiro reduz os níveis da pressão arterial. Nada contra, mas acontece que em tratando-se de páscoa, tem se perdido a essencia da representação desse memorial. Já ninguém conhece o sentido e o significado da páscoa.
Libertação e expiação: Estes são os verdadeiros símbolos da Páscoa. Foi isso que Moisés significou para Israel; é isso o que Jesus significa para nós. Deus em Cristo nos libertou! Já passei da morte para a vida! Isso é pascoa. O reconhecimento de que já não devemos estar debaixo de um jugo de escravo, sendo aprisionados por mandamentos humanos, por ordens sem sentido e heresias infundadas, por medo de perder uma cobertura apóstólica, a não aceitação dessa deturpação do sacrifício de Cristo na cruz, o olvidar do perdão, da salvação; tudo isso anula o sentido da páscoa. A pascoa cristã não precisa ser apenas uma celebração anual, ela deve ser vivida a cada dia.
Caro amigo: nesse domingo de páscoa, coma bastante chocolate, dê um lindo passeio com a família. Tudo isso é muito bacana! Mas não se esqueça que pascoa é muito mais que um ovo de chocolate e um passeio de fim de semana: é Cristo Jesus, reinando em nossos corações, declarando-nos livres do poder do pecado através do seu sangue. É assim que deve ser celebrada a nossa fé

sexta-feira, 19 de março de 2010

A IGREJA


Quando se realiza a união entre Jesus Cristo e o pecador, estabelece-se naturalmente uma relação de fraternidade entre aqueles que estão em comunhão com Cristo. Uma reunião de crentes é, portanto, um produto da obra redentora de nosso Salvador, é a sociedade de todos aqueles que estão em direta relação com Ele próprio. Esta sociedade é designada de vária maneiras no NT; mas o seu mais importante título, o mais característico na presente idade, é o de "igreja". Ocorre para cima de cem vezes no NT. A palavra grega que está traduzida por Igreja (ecclesia), significa uma assembléia ou congregação, e por este termo se acha vertida na Bíblia de Lutero.

O Nascimento da Igreja
Quando começou a Igreja? geralmente se fala do dia de Pentecostes como sendo o do nascimento da Igreja, porque foi então que, pela primeira vez, constituíram os crentes um corpo espiritual pela presença íntima do Espírito Santo. Mas em certo sentido começou realmente a Igreja Cristã quando dois dos discípulos de João Batista, ouvindo falar o seu mestre do Cordeiro de Deus, se uniram a Jesus (Jo 1.37). E já antes havia a Igreja judaica ou congregação, por too o tempo do AT. O termo "igreja" acha-se, pela primeira vez nos lábios do Senhor, em Mt 16.18, e logo depois em Mt 18.17; e são estas as únicas ocasiões em que se menciona a palavra nos Evangelhos. E isso mostra que foi intenção de Jesus fundar uma sociedade de caráter permanente.

O Início da Igreja
Como começou a Igreja? Querendo servir-nos do dia de Pentecoste como ilustração típica, pode-se dizer que a igreja começou pela aceitação da Palavra de Deus, pregada pelo apóstolo Pedro. Deste modo ficaram os crentes unidos a Cristo, e uns aos outros Nele. A ordem precisa dos acontecimentos devia ter sido cuidadosamente observada. Cristo era pregado, depois era aceito pela fé, e em seguida pela sua influência eram os arrependidos crentes filiados à Igreja. Havia um determinado contato de cada crente com Deus, pela obra da fé, no que respeita ao homem, e pela operação do Espírito Santo no que respeita a Deus. Em seguida vinha o ato ministerial do batismo. A narrativa que se acha em At 2, dá no NT uma idéia da igreja, nas suas linhas essenciais.

Razão da Existência da Igreja
Qual a razão da existência da igreja? Geralmente, foi para glorificar a Deus (Ef 3.10; 1Pe 2.9), mas especialmente para manter a fraternidade entre os cristãos, para dar testemunho ao mundo em nome de Cristo, e para maior extensão dos princípios evangélicos. E desta forma a igreja satisfez o instinto social, e ao mesmo tempo o proveu dos meios a empregar para estabelecer o Cristianismo no mundo. E nisto está o grande valor da igreja: ao passo que cada crente se salva pela sua união com Cristo, é, também, santificado, não isoladamente, mas em associação com os outros. O lar, a escola, a aldeia, a vila, a cidade, o país, são ilustrações da vida social, que tem religiosamente a sua expressão na igreja.

O termo "igreja" acha-se no NT, em três diferentes acepções, embora estejam associadas. O mais antigo emprego da palavra refere-se aos cristãos de uma casa, ou de uma cidade, isto é, aos crentes de um só lugar. Em seguida nota-se um sentido mais vasto, significando um agregado de igrejas por certo tempo em diferentes lugares (1Co 10.32; 12.28); e alarga-se a significação do termo até ao ponto de abranger de um modo universal os cristãos de todos os tempos e de todos os lugares, constituindo o "Corpo de Cristo" (At 20.28; Ef 1.22; Cl 1.18). A igreja deve, portanto, ser encarada nos seus aspectos de vida interior e de vida exterior. Esta distinção faz-se, algumas vezes, por meio dos termos "invisível e visível", segundo é considerada a Igreja quanto à sua Cabeça espiritual, ou à sua organização terrena; ou segundo a sua vida espiritual e a sua existência temporal. A Igreja é invisível pelo que respeita ao seu Chefe Divino e à sua vida espiritual; mas é visível em relação àqueles que a formam. Os dois aspectos, se os relacionarmos, não se harmonizam sempre de um modo exato. Um homem pode pertencer à Igreja visível, sem que por esse fato pertença à Igreja invisível. Pode ser membro da sociedade exterior, sem que isso signifique que esteja espiritualmente unido a Cristo. Tendo a vida da Igreja tomado diversas formas na sua existência de 20 séculos, somente podemos aceitar como absolutamente necessário para o seu bem-estar o que se acha no NT. Importa observar que nunca se empregou o termo "igreja" no NT para significar um edifício, mas sempre em relação com o povo crente em Jesus. Um estrita exatidão nos levará a evitar a expressão "igreja de Cristo"; porquanto o singular nunca é usado. Usa-se o plural desta maneira - "igrejas de Cristo". É, também, muito importante ter em vista a idéia da igreja universal como primitivamente espiritual, sendo mais um organismo do que uma organização. É esta idéia espiritual da igreja que predomina em Efésios, e por ela devíamos ser orientados a respeito da igreja local, da universal, e do ministério. A verdadeira doutrina da igreja pode resumir-se nas bem conhecidas palavras: "Onde está Cristo, ali está a Sua igreja" e se nos perguntarem: "Onde está Cristo?" a resposta deve ser: "Cristo está onde opera o Espírito Santo, porque é somente esta força divina que realmente apresenta Cristo aos homens." E se ainda formos interrogados de outra maneira: "Onde está o ES?" a resposta é óbvia: "O ES se mostra pela Sua graça e poder nas vidas das pessoas."

Devemos ter muito cuidado em não dar valor excessivo à posição e importância da Igreja. A expressão "por meio de Cristo para a igreja" é inteiramente certa; 'da igreja para Cristo" é somente certa em parte. Nunca devemos colocar a igreja entre o pecador e o Salvador; mas se, por outro lado, exaltarmos e honrarmos a Cristo, terá sempre a igreja o seu próprio lugar, e será apreciada como deve ser.
Devemos, também, ser cuidadosos em não depreciar a posição da igreja. O cristão precisa da igreja para tudo aquilo que está relacionado com o culto - a fraternidade, a evangelização, e a edificação. Devemos cultivar a unidade da igreja e a fraternidade da maneira mais proveitosa, a fim de se realizar o propósito divino: "Para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora dos principados e potestades nos lugares celestiais" (Ef 3.10)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Os Testemunhas de Jeová São Evangélicos?

1. A história dos Testemunhas de Jeová prova que eles são hereges.No final do século 19, um homem chamado Charles Taze Russel iniciou a Sociedade Torre de Vigia cometendo vários escândalos, se divorciando da sua esposa que até colocou-o na justiça. Apesar dessas tristes seqüências de escândalos, maus testemunhos e ensinos claramente anti-bíblicos, muitos ingênuos deram crédito a essas pessoas. Isso se refletiu nos ensinos dos Testemunhas de Jeová: Os crentes genuínos, entretanto, crêem que as Sagradas Escrituras são o Velho e o Novo Testamento, a Palavra de Deus verbalmente inspirada, a autoridade final para a nossa fé e vida, sem erros, infalível e inspirada por Deus ( 2Tim. 3:16, 17; 2Pe. 1:20,21 Mat. 5:18)NENHUMA OUTRA FONTE tem a autoridade da Palavra de Deus, pois a Sua revelação já cessou COMPLETAMENTE. Em Judas 1:3 lemos que a fé foi dada aos santos. Isso significa que a inspiração já foi dada DE UMA VEZ POR TODAS, e não há mais NADA a ser adicionado! Quando esses falsos profetas iniciaram os seus "ministérios" com novas revelações, estavam, na verdade, caindo na desgraça predita em Gál 1:8: Seja ANÁTEMA!
2. As doutrinas dos Testemunhas de Jeová provam que ela é uma heresia .Vejamos apenas alguns ensinos heréticos dos T.J.
2.1 Os Testemunhas de Jeová ensinam que em 1890 todas as igrejas haviam se corrompido...menos, é claro, os russelitas. Jesus Cristo disse: "...sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela..." (Mat. 16:18 ACF)."Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo" (1Cor. 3:11 ACF)."Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina" (Ef. 2:20 ACF).
2.2 Os Testemunhas de Jeová ensinam outro evangelho (pervertido) e não aquele da Bíblia.O evangelho dos Testemunhas de Jeová são as OBRAS.A Bíblia diz:"Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; (vs. 3) ...que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, (vs. 4) E que foi sepultado e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1Cor. 15:1-4 ACF)."Assim como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." (Gál. 1:9 ACF)
2.3 Os Testemunhas de Jeová ensinam que existem profetas modernos e revelações divinas atualizadas.Os Testemunha de Jeová produzem uma quantidade enorme de escritos que tem o mesmo valor que as Escrituras e são como revelações avançadas.A Bíblia diz: "Havendo Deus, antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo."( Heb 1:1-2 ACF). Encontramos em Deut. 18:20-22 o modo Bíblico para testar um profeta. Note que A PENA PARA UM FALSO PROFETA ERA A MORTE!
2.4 Os Testemunhas de Jeová ensinam que a salvação depende das obras ... A Bíblia ensina que a salvação é através de Jesus Cristo SOMENTE:"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:10-12 ACF)."Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; Não vem das obras, para que ninguém se glorie" (Ef. 2:8-9 ACF)
2.5 Os Testemunhas de Jeová ensinam que o perdido é aniquilado!Se não existe uma condenação eterna, Jesus é Salvador de quê? De uma aniquilação? Nada disso! Veja por si próprio o que a Bíblia ensina claramente!"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo," (Heb. 9:27 ACF)."E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta, e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre." (Apoc. 20:10 ACF)Em Mat 25:41-46 , a Bíblia ensina claramente que o castigo do perdido é PARA SEMPRE. Se o céu é para sempre, também o é a perdição.
2.6 Os Testemunhas de Jeová ensinam que Jesus Cristo não é Deus! Essa é a mais perversa heresia cometida pelos Testemunhas de Jeová! O caracteriza um crente é justamente a crença em Jesus Cristo como Deus. A Bíblia é muito clara sobre a divindade do Salvador!"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." (João 1:1 ACF)"E o verbo se fez carne, e habitou entre nós..." (João 1:14 ACF). "E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo..." (Ef. 3:9 ACF)"E sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne..." (1Tim. 3:16 ACF)"Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num...." (1João 5:7-8 ACF)O ensino que nega a divindade de Jesus Cristo é o GNOSTICISMO, heresia rejeitada categoricamente pelas igrejas cristãs e ressuscitada pelos hereges UNITARIANOS, pais dos Testemunhas de Jeová.
CONCLUSÃO:Os Testemunhas de Jeová, pela sua história vergonhosa e pelos seus ensinos heréticos se enquadram como uma falsa religião. Apesar de muitos serem pessoas honestas educadas e bons cidadãos, isso não tem nada a ver com os seus ensinos em matéria de fé, que são claramente contra a Palavra de Deus

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O CARNAVAL



Mais uma celebração vem por aí. O Brasil é tradicionalmente conhecido como o país do carnaval. Normalmente esta festa da carne, esta celebração pagã acontece no mês de fevereiro de cada ano. Em todas as cidades e principalmente nas capitais, milhares de pessoas se preparam para o tão sonhado acontecimento. Em algumas regiões semanas inteiras são dedicados aos foliões que se habilitam a percorrerem as principais avenidas atrás de um carro de som extravasando suas emoções e suas paixões carnais. Um Site da Bahia faz o seguinte convite: "Pule o carnaval Carnal, lúdico, dilacerador, espiritualizado, físico, o Carnaval da Bahia é a maior festa urbana do Brasil, criada e mantida pelo povo. Uma manifestação espontânea, criadora, livre, pura, onde todos são-com maior ou menor competência-sambistas, frevistas, loucos dançarinos, na emoção suada atrás do som estridente, eletrizante, do trio. Ou no ritmo calmo, forte, tranqüilizante, orientalizado, do afoxé, incorporado num só movimento. Um ato de entrega, de transe e êxtase, de liberação de todas as tensões reprimidas e da envolvência absoluta entre o real e o fantástico, capaz de, num único e frenético impulso, balançar o chão da praça." Fantasias das mais variadas cores extravagantes e modelos com criatividades sem precedentes, desfilam pelas passarelas. O culto à sensualidade já marca o compasso de espera e é a marca registrada dos componentes, dos integrantes das escolas de samba que desfilam seus carros alegóricos em meios às luzes dos refletores e câmaras de TVs tentando focar os corpos desnudos das mulheres em meios aos gritos desconexos vindo das arquibancadas abarrotadas de multidões esperando suas escolas passarem para serem aclamadas e reverenciadas como um culto explicito ao paganismo declarado. Durante quatro dias toda esta movimentação aparentemente harmoniosa com ritmos atordoantes e alucinantes regados a bebidas alcoólicas e sexo sem limites enchem ilusoriamente o coração de seus participantes nos variados clubes das noites, na esperança de poderem neste espaço de tempo ceder sem nenhum temor a Deus às suas luxurias, na ignorância de que na quarta-feira confessando os seus excessos pecaminosos, através da figuração das cinzas, serão de seus pecados perdoados como se Deus tivesse permitido, dado o seu aval para outros deuses serem venerados e adorados nesta celebração. Talvez você não concorde comigo, porém Infelizmente o maior inimigo do ser humano é a sua ignorância. A ignorância têm cegado o entendimento, a lucidez da mente, porém Deus declara com muita rigidez em sua Palavra, a Bíblia as seguintes advertências: Num.14:18-O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente, e visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração. Rm. 8.5-8,12-14 - que "os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser; e os que estão na carne não podem agradar a Deus. Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Gal.5:13,24-Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade par dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Gal.6:8-Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. Tome a melhor decisão de sua vida. Escolha Jesus Cristo. Veja que você pode fazer:
1. Se arrependa de seus pecados
2. Confessá-os ao Senhor
3. Peça que Jesus faça morada em sua vida
4. Ande em novidade de vida.
Tome uma decisão inteligente e racional. Saia da ignorância e pare de ouvir os pedidos do diabo para que você se envolva mais uma vez este ano.
Jesus está pronto para libertá-lo (a) desta prisão que você se encontra.
Venha para a Vida, Venha para Jesus.
A verdadeira vida você só encontra em Jesus.
A verdadeira
alegria está em Jesus
A verdadeira paz é Cristo Jesus
Jesus é o caminho, a verdade e a vida

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CONFIAR EM DEUS

O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nEle deve ter o homem, diz: “Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31 É muito singular que o Profeta compare os que confiam no Senhor às águias. É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol. Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta, brilha o sol, e o sol elas buscam.Na morte, as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um cadáver de águia. Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam naquela direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias.Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade, através da oração. Pense que Deus é o autor e o sustentador de todo o bem. Pequenos dissabores que estejam atingindo você são convites a reexame dos empecilhos que enchem a estrada da sua vida. Discórdia é problema que está pedindo ação pacificadora. Desarmonias domésticas são exigência de mais serviço aos familiares. Doença é processo de recuperação da verdadeira saúde. Até mesmo a presença da morte não significa outra coisa senão renovação, e mais vida. Pense nisso: Sempre que as aflições visitem seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento. Recorde que, se você procura pelo socorro de Deus, o socorro de Deus também está procurando alcançar você! Se a tranqüilidade parece demorar um pouco, persevere na esperança, lembrando que o amparo de Deus está oculto ou vem vindo.